Alguns devem ter se perguntado que fim eu levei. Faz um mês e meio que não escrevo no blog, por puro relapso. Então lhes conto:

A mudança para os EUA foi adiada. Isso quer dizer que fico por aqui pelo menos até agosto do ano que vem. O maridinho agora no começo continua nas idas e vindas (EUA-México-Itália-Brasil), mas vai tentar ficar mais aqui no Brasil, pelo menos sempre temporadas de uma ou duas semanas. Isso até fevereiro, março, depois fica aqui direto.

Ainda não tinha saído do meu emprego oficialmente, apenas comunicado a Deus e ao mundo de minha saída (incluindo-se aí meu chefe). Ainda bem que eu não havia sido substituída e não houve problema em ficar. Ufa!

Decidimos que já que é para ficar mais um tempo, que vamos terminar nossa casa. Explico: como a primeira possibilidade de ida aos EUA surgiu em abril, antes de nos mudarmos para a nossa casa própria, colocamos todos os novos investimentos no apê que não fossem imprenscindíveis on hold. Isto é, não compramos móveis para a varanda, não compramos espelho para a sala, não penduramos quadros, não mandamos fazer cortinas, etc etc etc. Só que quando a coisa atrasou, decidimos que ao menos vamos viver o tempo que for (vai que não mudamos em agosto, vai que não mudamos mais???) com a casa com a nossa cara. Então providenciamos tudo que estava faltando, algumas coisas aos poucos ainda estamos arrumando, e cada vez mais nossa casa é um delicioso lar para nós dois. :)

A vidinha vai caminhando, a distância é péssima, mas ao menos sabemos que é por tempo determinado!

Beijocas

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São Paulo, São Paulo..

Hoje quando estava vindo para o trabalho, em plena Marginal Pinheiros, fui ultrapassada por dois ciclistas.
Só os alcancei novamente na Av. República do Líbano, quando eles entravam no parque do Ibirapuera.

Talvez eu devesse cogitar mudar meu transporte para um com tração humana. É claramente mais rápido, além de mais barato e ecoogicamente correto….. :D

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Está um calorão I-N-S-U-P-O-R-T-Á-V-E-L em São Paulo. Insuportável, de não dar para dormir direito à noite. De não haver um ventinho, uma brisa sequer.

Mais uma noite mal dormida, com janela aberta e dois ventiladores ligados. O Sakura ainda colocou uma toalha molhada nas costas para ajudar!

E ainda me sinto apreensiva de ansear por uma chuvinha para dar aquela refrescada. Por ultimamente também não tem chuvinha em São Paulo. Só chuvão, tempestade. A cada chuva surgem pontos de alagamento ou regiões em estado de atenção (que podem alagar logo).

Difícil, viu?

Por isso, MAL posso esperar para mudar pro meu apezinho novo, que vai ter AR CONDICIONADO no quarto! :)

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Depois de um delicioso Natal com minha família em Niterói e um divertido ano novo com os amigos na praia, voltei para casa para descobrir que para mim o ano não começara tão bem.

Voltei no dia 1 bem tarde e encontrei a porta dos fundos da casa destrancada. Tinha certeza que ela estava trancada quando viajei. Na hora percebi que algo estava errado. Depois de 10 dias fora, voltei para descobrir que minha casa fora furtada.

Fiquei e ainda estou arrasada. Aos poucos fui descobrindo o que sumira: meu laptop, euros, jóias, relógios, videogame, até a mochila do meu laptop e bijuterias! Tudo pequeno e fácil de carregar. Sairam daqui com duas mochilas, as duas furtadas de minha própria casa. Nada revirado, indicando que o ladrão sabia exatamente o que estava procurando e que conhecia a casa muito bem. Descobri até que uma faca sumiu, provavelmente usada para arrombar um gaveteiro de minha irmã.

E nada de CSI, a perícia veio e disse que a maioria das superfícies é porosa de mais para se obter digitais: madeira, couro, feltro, papel, nada feito.

Eu, claro, tenho quase certeza de quem foi (ou ao menos está envolvido), porém de NADA vai adiantar. Ninguém viu nada, ninguém entrou no prédio e, segundo a síndica do prédio, não precisamos marcar uma assembléia para discutir a segurança, pois a daqui é perfeita! E a lógica da polícia então, nem se fala “se fulano negou e ninguém viu o fulano entrar, então podemos descartá-lo como suspeito!”. Certo, lógica digna de uma criança de 5 anos.

Já troquei as fechaduras e acrescentei travas internas. O prejuízo que levei foi bastante grande, mas ainda pior não é a perda financeira, mas a emocional: jóias que eram da minha avó, da Finlândia, a insegurança que passei a sentir.

Será esse o preço de morar no Brasil?

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O Governo do Estado de São Paulo lançou uma ótima iniciativa para diminuir a evasão fiscal: a Nota fiscal paulista.

Funciona assim: ao fazer uma compra, o consumidor pede a nota fiscal e informa seu CPF. A informação é repassada à Scretária da Fazenda e o consumidor recebe de volta 30% do ICMS pago pelo estabelecimento. O crédito pode ser recebido como desconto em IPVA, crédito em conta e de outras formas. Aos poucos diferentes tipos de estabelecimentos serão obrigatoriamente cadastrados. Todos os resturantes já estão, e até o final de maio de 2008, lojas de roupas, postos de gasolina, supermercados, lojas de materiais de construção, livros, revistas e quase todos os comércios que são taxados em ICMS (exceto telefonia, eletricidade e gás).

O que se ganha com isso? A iniciativa incentiva a EMISSÃO de notas fiscais, pois muitos consumidores não as exigem e os estabelecimentos simplesmente não as emitem. Assim o governo devolve um pouco ao consumidor e arrecada muito mais, pois recolhe daqueles locais que costumeiramente sonegam o imposto.

Então se você mora ou passeia por São Paulo (não é necessário ser residente no estado), peça sua notinha e informe seu CPF.
Beijos

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Pedestre sofre em São Paulo, assim como provavelmente em todo Brasil.

Ai do pedestre que ousar usar seu direito de atravessar na faixa, num cruzamento sem sinal. Correrá o risco de ser atropelado ou de ouvir buzinadas e xingamentos.

Ai do pedestre que pecisar atravessar uma grande avenida. Depois de muito esperar para o sinal verde de pedestres, talvez conseguirá chegar somente até o canteiro central antes que ele fique vermelho. E a outra metade? Ou espera alguns minutos em pé no canteiro central, ou se aventura contra os carros vindo das ruas tranversais que entram na avenida.

E ai então do pedestre que for idoso e passar pela situação acima. Certamente nem ao canteiro central chegará antes do sinal mudar de cor!

Ai do pedestre que quer atravessar um simples cruzamento, onde não sinal específico para ele. Quando o sinal fica vermelho para a rua que quer cruzar e deveria ser o momento ideal para atravessar, uma frota de veículos da rua transversal quer virar e ignora o direito do pedestre de atravessar na faixa.

E ainda: ai do pedestre que for atravessar uma rua com sinal de pedestres acionado por botão! Esses não são lá muito inteligentes, e a longa espera será certa. Eu lhes explico a lógica burra: eles sempre abrem para os pedestres numa certa ordem, por exemplo, sempre depois que o sinal da rua X fecha, e não o da Y. Porém ao ser acionado o botão, digamos que o sinal da X está aberto, você pensaria que pela seqüência o de pedestres seria o próximo não? Não. Ele dá “uma volta inteira”, isto é, o da rua X fechará, o da Y abrirá, fechará, o da X abrirá novamente, fechará, e aí serpa a vez do pedestre, que já criou barbas nesse meio tempo!

Depois de ter vivido na Europa, a má educação no trânsito realmente me ASSUSTA aqui no Brasil. As situações que descrevi acima, passo todas DIARIAMENTE no meu caminho para o trabalho (exceto a do idoso :D ).

É, ai de nós pedestres nesse Brasil varonil!

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Virei picolé!

Está muito frio em Sampa e em todo sul e sudeste do Brasil!

Já disse e repito: passo muito mais frio por aqui, quando faz frio mesmo, do que passava na Finlândia, com temperaturas abaixo de zero. Passei o final de semana no sofá, debaixo das cobertas!!!

Que frio!!!!!!!!!!!!!

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O Bom Retiro é um bairro em São Paulo famoso por suas confecções. No passado a região era dominada pelos judeus, hoje em dia quem manda são os coreanos. Há anos a região é dominada por lojas de roupas; no passado lojistas do Brasil todo iam até lá comprar mercadorias, hoje em dia também é possível comprar no varejo.

A rua mais conhecida de lá é essa ao lado, José Paulino. Sempre que vou lá faço a festa! É preciso procurar bem, há coisas de baixa qualidade, mas também há ótimos achados. Sempre encontramos preços no mínimo 50% a menos do que num shopping center!

Hoje não foi diferente: estava precisando dar uma renovada no meu guarda-roupa profissional e 3 horinhas por lá deram conta do recado!

Beijocas

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