Resolvemos a briga com a Brentwood! Depois de terem levado o meu estresse até o último grau, sendo até zoada pelos colegas de trabalho com "Eye of the Tiger" (do Rocky) tocando ao fundo, cheguei uma solução que nos agradou um pouco.

A confusão foi tamanha e o estresse tanto, que queríamos desistir da compra. Foi um ultimato: ou entregam nessa semana ou a compra é cancelada. O problema de cancelar é que por contrato eu só seria ressarcida por 70% do valor, e eu exigia 100%. Eu e o Sakura nem estávamos discutindo mais, só pedíamos para falar com o jurídico, pois se não fosse por bem, seria por mal, no tribunal. emoticon

O problema foi subindo, subindo, até que o dono da rede ligou para o Sakura, com a seguinte proposta: "Mobilio sua casa amanhã com móveis similares aos comprados que tenham disponibilidade em São Paulo e quando os seus estiverem prontos, fazemos a troca, sem ônus". Mediante fotos dos móveis, aceitamos e, se amanhã terei a casa mobiliada e poderei seguir com o meu plano de sábado! Até que enfim algo dando certo! emoticon

Beijoca

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Os políticos brasileiros provocam a cada dia que passa mais nojo na minha pessoa. Incredulidade. O último escândalo é o das passagens aéreas.


O senador Papaleo acha baixíssimo o salário líquido de 12 mil reais de um senador (fora os benefícios né?). Coitado, imagine que ele adoeça em Brasília e tenha que pagar a passagem da família do próprio bolso…. Iria falir! Pobrezinho.
Já o sen. Almeida Lima, acha que a regra era clara sim: “gaste sua cota como bem entender, sem prestar contas”. E o pobre senador velhinho Epitácio Cafeteira? Reclama que daqui a pouco receberão vale-transporte. Algum problema nisso? Ora, não seria a passagem (com destino ao estado de origem, sem contar com as viagens a outros locais por trabalho) um tipo de vale-transporte?

Cada vez mais me convenço que o Congresso deveriam se espelhar em corporações na gestão de seus recursos. A coisa seria bem diferente! Na minha empresa é bastante simples: viajantes no exterior tem direito de regresso a cada 15 dias. Caso escolham não regressar, podem usar sua “cota” (no linguajar parlamentar) para levar alguém de sua escolha ao destino. Se não usar, perdeu, não se acumula. Também tem direito a uma quantia determinada por dia para alimentação (TODAS justificadas com nota) e uma fixa para despesas eventuais (como lavanderia, táxi, telefone, etc) que não exige justificativa. Na Finlândia, o governo estabelece quanto as empresas devem dar aos funcionários diariamente quando viajam (päiväraha, e essa definição é por país, levando em conta o custo de vida de cada país. Não incluem hospedagem nem passagens, mas todo resto deve ser pago com esse dinheiro.

Tem que se tomar muito cuidado para que um benefício não se transforme em um direito adquirido. Não é porque se podia gastar X mil reais por mês com passagens que se DEVIA gastar esse valor. E esse benefício nunca pode ser considerado como parte do salário.

A descrença com nossos políticos é grande demais. Dá uma tristeza, uma sensação de que NUNCA sairemos desse burado. Jamais. Terceiro mundo para sempre.

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Tá difícil mudar, viu? O nosso querido (para manter a finesse) marceneiro não colabora nem um pouco!!! Ele muda constantemente seus prazos, e continua sendo incapaz de cumpri-los. É uma frustação gigante estar com a casa quase pronta e não conseguir mudar. Afinal, para quem nunca montou uma casa do zero, explico: o marceneiro faz uma zona e gera uma poeirada insana. Além disso, ele “machuca” paredes e portas, por isso sempre após a saída dele é necessário uma última demão de tinta. Então até poderíamos mudar, mas nossas coisas ficariam instantaneamente imundas e não faria muito sentido viver num chiqueiro quando ainda temos nosso apê alugado.

O marceneiro, super indicado por um amigo, deveria ter entregue tudo no dia 5/4. Como dia 5 foi um domingo, seria para o dia 3, e pensamos que já nesse fim de semana seria possível mudar. Ledo engano. Ele estava muuuuuuito longe de terminar as coisas nessa data.

Então pensamos, mudaremos na Páscoa. Ele prometeu que terminaria tudo até quinta, e os pintores iam pintando conforme ele liberasse os cômodos. Esse foi um dos dias mais estressantes de todo esse processo de obra. Eu literalmente TINHA me preparado para mudar, tirei a tarde de folga para levar caixas e mais caixas para lá. Foi a primeira pisada de bola da minha arquiteta, eu não consigo acreditar que ela não me ligou e não me disse “ANA, não saia de casa. Tudo está um caos”. Então eu chego lá, cheia de caixas (carro cheio até o teto) e meu queixo caiu até o chão. A casa não estava PERTO de ser habitável. Deviam ter umas 20 pessoas trabalhando lá dentro. Nesse momento eu quis esganar o marceneiro e a arquiteta. Afe!!! Ainda bem que temos um depósito no prédio, assim não precisamos deixar tudo no apartamento. Brigamos, óbvio, com a nossa cruz chamada marceneiro e ele nos prometeu que até quarta (15) terminaria tudo.

Ledo engano AGAIN. Na semana passada eu estava viajando a trabalho, e falei apenas algumas vezes com a arquiteta pelo telefone. E cada vez era um prazo novo. O cúmulo do estresse a distância foi quando descobri que o infeliz tinha ARRANCADO a porta da entrada (pois ele fez errado), e simplesmente deixara a casa sem porta!!! Ou seja, qualquer um poderia ter entrado lá! Depois de um sabão da arquiteta, ele selou a porta…. unbelievable.

Então a última promessa tinha sido terminar tudo ontem (21). É de matar. Ele nem foi ao apartamento (eu fui lá). Só matando alguém.

Para piorar, ele errou praticamente todas as portas dos móveis. É que muitas das portas tinham cavas, e não puxadores, e quase todas ele fez com uma profundidade errada, muito rasa, de maneira que só cabe uma unha para abrir as portas, e não dedos de seres humanos normais. Foi por isso que ele arrancou a porta da frente, e a de quase todos os armários…. Legal, né?

Honestamente, não faço a menor idéia quando ele vai terminar. Perdi minhas forças para brigar e passei a bola pro Sakura.

E para completar a situação, estamos completamente IRADOS com a loja Brentwood, onde compramos o sofá, poltronas e cadeiras da mesa de jantar. Eles deveriam ter entregado o sofá no começo de abril. Até agora, nada. Então na semana passada, a arquiteta me avisa que ligou para a loja e avisaram que só em maio entregariam as coisas. O QUE??? COMO ASSIM??? Mesmo estanto no exterior, liguei para a loja para falar com a vendedora. E imagino que ela deve ter entrado para a lista de “pessoas que eu fiz chorar”. Fui dura, MUITO dura. No fim ela admitiu que errou ao fazer o pedido todo junto, fazendo com que valesse o prazo de entrega mais longo (das cadeiras, que era maio mesmo), apesar de nunca termos sido comunicados disso. Por isso, fica meu recado: EVITEM ESSA LOJA. As coisas são lindas, mas a impressão que ficou foi a de fazemos qualquer negócio, de falaremos qualquer coisa que o cliente queira ouvir. Depois da briga homérica pelo telefone, a vendedora mandou um email e prometeu que entregaria nessa semana, mas eu ainda duvido muito. Só sei que a confusão continuará, pois vamos fazer de tudo para cancelar a compra caso não seja mesmo entregue. Vamos ver.

Enquanto isso, seguimos na nossa casa semi-completa, sem nenhuma decoração, só na expectativa de QUANDO mudaremos. :(

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Sim, estou ansiosa para mudar. Mas o que está me deixando ansiosa agora foi uma notícia bombástica e totalmente inesperada! Então estamos aguardando o desenrolar da coisa para saber literalmente what’s next. Interessante!

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