Hoje é feriado municipal, aniversário da cidade de São Paulo. Como meu namorado tinha que trabalhar, pois está num projeto em BH, eu aproveitei para por as coisas em dia.

A faxineira não veio nessa semana (por causa do feriado), então dei A limpada na casa, depois de uma ótima e longa noite de sono. Limpei, arrumei, lavei roupas, louças. Aproveitei para passar na locadora, no mercado e ainda assisti 2 episódios de Ugly Betty que tinha baixado ontem!

Agora estou aqui, largadona no sofá, navegando na net, vendo tv, simplesmente descansando!

Beijinhos e bom feriado a todos! :)

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Vocês sabiam que TODO assinante de uma linha fixa tem direito a solicitar o detalhamento das ligações fixo-fixo em suas contas? Assim você controla melhor quanto tempo cada ligação durou, e para quem foi. É simples, é só ligar na sua operadora (assinantes da Telefônica, é só ligar 10315) e pedir que suas contas seguintes venham com a descrição. Não há nenhum custo adicional!

Vocês, assinantes de Speedy (banda larga da Telefônica), sabiam da existência do site Speedy Vantagens? Assinante Speedy tem desconto em muitas coisas, a melhor, na minha opinião, são ingressos no Cinemark por R$9,00! Dá para comprar de casa (sem pagar taxa de conveniência) e, dependendo do cinema, até escolher o lugar! Amei!

Vocês sabiam que as ligações de um telefone fixo para um celular são super caras, não? Para quem tem celular pós-pago, vale a pena checar a tarifa por minuto; no geral é mais barato ligar de celular para celular, do que fixo para fixo (menos de pré-pago). E vocês sabem que não é caro desse jeito por conta da operadora, viu? Quando você liga de um fixo para um celular, a operadora fixa tem que pagar uma alta tarifa para a operadora móvil, por usar a rede da segunda. Assim, cerca de 80 - 90% do que você paga (menos impostos), vai pro bolso da operadora de celular!

Por enquanto é só! Serviço de utilidade pública da Tia Ana! :)
Beijos

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Caso alguém aí esteja se perguntando, eu respondo: sim, estou bem. Já me conformei que o caso não vai dar em nada, e não dá para ficar triste infinitamente, como diz a música “Obladi Oblada Life goes on”, e a vida continua mesmo.

Concordo com o que disseram aqui que falo demais da minha vida pessoal. Mas é tão difícil não falar! :( Eu me mostro assim aqui, inteira, como sou, é difícil querer mostrar só metade. Mas tentarei.

De resto, a vida caminha muito bem. Namoro ótimo, amigos maravilhosos, trabalho puxado (porém legal).

Beijos e bom final de semana!

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Depois de um delicioso Natal com minha família em Niterói e um divertido ano novo com os amigos na praia, voltei para casa para descobrir que para mim o ano não começara tão bem.

Voltei no dia 1 bem tarde e encontrei a porta dos fundos da casa destrancada. Tinha certeza que ela estava trancada quando viajei. Na hora percebi que algo estava errado. Depois de 10 dias fora, voltei para descobrir que minha casa fora furtada.

Fiquei e ainda estou arrasada. Aos poucos fui descobrindo o que sumira: meu laptop, euros, jóias, relógios, videogame, até a mochila do meu laptop e bijuterias! Tudo pequeno e fácil de carregar. Sairam daqui com duas mochilas, as duas furtadas de minha própria casa. Nada revirado, indicando que o ladrão sabia exatamente o que estava procurando e que conhecia a casa muito bem. Descobri até que uma faca sumiu, provavelmente usada para arrombar um gaveteiro de minha irmã.

E nada de CSI, a perícia veio e disse que a maioria das superfícies é porosa de mais para se obter digitais: madeira, couro, feltro, papel, nada feito.

Eu, claro, tenho quase certeza de quem foi (ou ao menos está envolvido), porém de NADA vai adiantar. Ninguém viu nada, ninguém entrou no prédio e, segundo a síndica do prédio, não precisamos marcar uma assembléia para discutir a segurança, pois a daqui é perfeita! E a lógica da polícia então, nem se fala “se fulano negou e ninguém viu o fulano entrar, então podemos descartá-lo como suspeito!”. Certo, lógica digna de uma criança de 5 anos.

Já troquei as fechaduras e acrescentei travas internas. O prejuízo que levei foi bastante grande, mas ainda pior não é a perda financeira, mas a emocional: jóias que eram da minha avó, da Finlândia, a insegurança que passei a sentir.

Será esse o preço de morar no Brasil?

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